EUA anunciam ter bombardeado Síria e matado comandante do Estado Islâmico
24/06/2026
(Foto: Reprodução) Menino tenta subir em um projétil iraniano não detonado que caiu em um campo aberto nos arredores de Qamishli, no leste da Síria, na quarta-feira, 4 de março de 2026.
Baderkhan Ahmad/AP
Militares dos Estados Unidos fizeram um novo ataque à Síria e mataram um dos comandantes do grupo terrorista Estado Islâmico. A operação ocorreu na semana passada, mas foi divulgada nesta quarta-feira (24) pelas forças norte-americanas.
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👉 Embora enfraquecido, o grupo terrorista Estado Islâmico, que cometeu uma série de atentados na Europa há cerca de uma década, continua atuando na Síria através de células clandestinas. O grupo é rival do atual governo, formado por um dos grupos rebeldes que lutavam contra o ex-ditador do país, Bashar Al-Asad, deposto em um golpe em 2024.
Em comunicado, as Forças Armadas dos EUA afirmaram que o ataque matou Ali Husayn al-‘Ulaywi, líder do grupo terrorista no noroeste da Síria.
O comunicado das forças norte-americanas disse ainda que a ofensiva faz parte de "esforços" dos EUA para denfender "parceiros em toda a região" — o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem mostrado apoio a Ahmed Al-Sharaa desde que o líder sírio chegou ao poder.
Sharaa, ex-comandante da Al-Qaeda, liderou o movimento derrubou o ex-ditador Bashar al-Assad e tem buscado se apresentar como um líder moderado, tentando unificar o país, devastado pela guerra, e acabar com seu isolamento.
Trump já disse que Al-Sharaa "fez um trabalho incrível ao colocar as coisas em ordem". Na semana passada, o presidente norte-americano chegou a propor que Israel transferisse para as mãos da Síria a luta contra o grupo terrorista libanês Hezbollah. Israel negou.
No comunicado, as Forças Armadas dos EUA disseram ainda que a operação "faz parte dos esforços contínuos dos EUA para interromper e eliminar terroristas que buscam atacar americanos no exterior ou o território dos EUA".
"O Centcom e nossos parceiros permanecem comprometidos em erradicar os remanescentes do EI para garantir sua derrota duradoura”, disse o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom. “Continuaremos a defender o território dos EUA, nossos militares e aliados e parceiros em toda a região".
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